simplesmente D.

blog dum pai babado, para o filho que adora…

Maio 23, 2008

Arquivado em: D. — paibabado @ 9:45 am

É nos dias como hoje que mais custa deixar-te. Quando te levo ao infantário e tu te agarras a mim não querendo ficar. Parece que sabes (e talvez o saibas mesmo) que eu venho para longe de ti.

A única satisfação é saber que, como é sexta-feira e nada tenho marcado para amanhã, logo à noite vou estar ao teu lado. E suficientemente cedo para poder estar (verdadeiramente) contigo.

 

Maio 23, 2008

Arquivado em: D. — paibabado @ 3:37 am

Sabes D., és um rapaz com gostos “complicados“. Quando te compramos estes queijinhos para provares, gostaste tanto, comeste-os tão rapidamente e de forma tão gulosa que eu e a tua mãe fomos comprar mais. Mas, como havia uns mais baratos (e as coisas neste momento não estão fáceis) trouxemos esses para casa.

O que aconteceu, demonstra um pouco daquilo que és, da tua personalidade. Foi um sofrimento para os comeres (e teve a tua mãe que te ajudar) e lá fomos nós, de novo às compras para trazer os originais.

E mal os vês, ou comes um ou ninguém te atura…

 

Maio 23, 2008

Arquivado em: D. — paibabado @ 2:47 am

Já por muitas vezes tinha pensado em criar este espaço, para te poder dirigir as palavras que ainda não percebes e aquelas que muitas vezes, pela distância, por estar ausente, não te posso dizer.

Mas só hoje, dois dias depois de fazeres 16 meses, é que o fiz. Não sei porquê, não me perguntes. Talvez por sentir cada vez mais a distância, naqueles longos dias da semana em que não estou contigo. Talvez por me sentir cada vez mais triste quando chego a casa e tu já dormes. Talvez porque de manhã apenas te posso dar um beijo, quando (muitas vezes) ainda dormes, e dizer-te até amanhã.

Talvez por tudo isto, não sei… Talvez por muito mais…

Não sei com que assiduidade vou escrever. Não sei o que aqui vou dizer. Só sei, D., que o vou fazer para ti. Para que mais tarde saibas (e leias) que o teu pai sempre te amou muito, certo que irei ter a possibilidade de te dizer isso pessoalmente muitas vezes.

Neste primeiro post, só quero dizer mais uma coisa. Agradecer à tua mãe o excelente trabalho que tem feito contigo, muitas vezes sem mim, e que é a principal responsável por estares a crescer como estás: rápido (muito rápido) e feliz…

Sois o que de mais importante tenho.